sexta-feira, 27 de abril de 2012

AS CATEGORIAS DA ECONOMIA

A ORDEM OCULTA


A ORDEM OCULTA  (24 junho 2012)

Esse desenvolvimento sustentável, proposto pela ONU,
Tem sido apenas um aspecto (equivocado)
De uma necessidade, que é muito mais abrangente
E urgente para NÓS.
O que tem oculto nessa proposta, e que você não vê
Em nenhuma das mídias dominantes...
É a verdadeira intenção neoliberal:
Manter a ordem, ou seja, a dominação
Imposta pelos países imperialistas, ao planeta
E aos povos colonizados e escravizados.
Os “pacotes tecnológicos” do grande capital
Imperialista e monopolista são impostos aos governos
Da América Latina, Ásia e África e Oriente Médio,
Visando manter o “livre comércio” e a globalização.
Ainda vivemos sob os “acordos” da Rodada do Milênio,
Em Seattle, de 1999 a 2003, quando aceitamos as regras
Da OMC e das 500 megaempresas que controlam
Mais de 2/3 do comércio mundial.
Essas regras do Milênio deveriam ter efeito até 2005,
Para os países não desenvolvidos... e introduzir
A biotecnologia e a agricultura orgânica. Na verdade,
Essas regras envolvem todas as atividades humanas,
Desde a produção e distribuição dos produtos;
Construção e obras públicas; construção civil e engenharia;
Arquitetura, decoração e lazer; serviços financeiros;
Pesquisa e desenvolvimento; etc... até a educação, a saúde,
a comunicação e a cultura humanas. São 160 subsetores
e atividades que devem seguir as regras da Organização
Mundial do Comércio, um órgão das Nações Unidas...
Para isso, será preciso reduzir a importância do Estado-nação,
Substituindo políticas internas, por “programas”, ou seja,
Desmantelar a soberania dos Estados Nacionais
E os Direitos Sociais. Para manter a Ordem e os interesses
Do capital imperialista, as transnacionais precisam das
“liberdades estratégicas” ampliadas, para os investidores...
Para os fluxos de capitais e o comércio internacional.
A receita da OMC é simples, quando compreendemos
A verdade (oculta pela ideologia): patriarcado, exploração,
Desigualdade, fetichismo da mercadoria, dominação e
Trocas desiguais. Em suma: imperialismo e intervencionismo.
0 imperialismo é a última fase do modo capitalista de produção.
É o capitalismo monopolista de Estado, com o domínio global
(através de intervenções militares e/ou “diplomáticas”)
De todos os países da América Latina, Ásia, África e Oriente Médio,
Pelos países do primeiro mundo, liderados pelos Estados Unidos (USA).
A dominação é evidente quando vemos que apenas os USA (EUA)
Estabelecem as políticas de alimentos e uso sustentável do solo.
Os outros países plantam... e se submetem às regras.
Os agricultores são envolvidos pela ideologia dominante,
Que os estimula a serem “competitivos, eficientes, produtivos,
Cooperativos e modernos”... competindo entre si, cooperando
Com o capital e o patrão, eles ficam nas mãos do modelo
Expropriador e injusto e não se organizam. Ser moderno
É entrar na dança dos transgênicos e das agro-indústrias:
Sem as sementes, são os escravos modernos...
Dependentes das tecnologias e dos bancos,
Vamos ter que comprar a alma ... do diabo !

(Lógica e Tal  -  Joyce Pires)

POEMAS DE CAMPANHA

POEMAS DE CAMPANHA

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ESSA MANTRA (15 outubro 2009)

Estava no pátio aberto na luz
E logo ao primeiro som da mantra
Os gaviões começaram a gritar
E ficaram assim, a cada sílaba
Sagrada, correspondendo até o fim
E então me levantei e liguei na fm
E Ela cantava Tua e só tua
É... sou tão e somente tua
Assim, o eco
Um ecoar da sabiá
Um cântico romântico
Como se a minha voz
Pudesse alcançar
Além de todas as outras
E te encontrar fora de mim
Enfim vajrasambava
Só tua, sou tua, sim
Sou assim mesmo Romântica
E tal e tanta
Tão belo tantra
Essa mantra.

(Lógica e Tal - Joyce Pires)
O POVO É O OCEANO
A GUERRILHA É O PEIXE.

MAO TSÉ DONG
VORAZ (11 julho 2001)

Quando penso em você
Sinto uma fome imensa
Quando penso em você
Tenho uma sede imensa
Sede nordestina
De escaldantes desertos
Quando penso em você
Ah, tenho uma vontade imensa de viver.

Quando penso em você
Sinto uma fome VOraZ !


- Muitas serão as palavras
para dizer o pedido, o Desejo: Voz !


(Magnífica – Joyce Pires – letra da
Música 289, em 11 julho 2001)
UM TEMPO (05 junho 2003)

As fotos pararam o tempo
Os fatos passaram
As coisas mudaram, a vida mudou
E as fotos ali, parando o tempo
Não sabem, não poderíamos saber
O tempo, perdido, em que fomos
Uma da outra...
E o tempo parado no instante da foto
O amor ali no seu rosto
E no toque de meu dedo ao fotografar:
Luz, câmera... e o instante parado
Fixado na mente e no corAção
As fotos pararam o tempo
Os fatos passaram
As coisas mudaram, a vida mudou
Só o amor ficou, insistindo
Ali, estacionado na vaga
Do tempo
Naquela foto em branco
E preto
Ali, na vaga, tão pouco
Tempo.

(Magnífica – Joyce Pires – letra da
música 345, em 28 agosto 2003)
UM LIVRO, UM TIJOLO (17 DEZ. 03)


Um livro, um tijolo
na parede da construção de si mesmo
assim, ocupando no espaço da criação
seu lugar impresso.
Um livro, entre tijolos
na parece da sala iluminada
completando a esfinge tebana
que se transfigura então
na forma humana.
Um livro, tijolo entre livros
na estrutura implícita
se revelando agora
na espessura explícita.
Um livro entre livros
no corpo do dragão
são as veias plenas de néctar
seiva da sabedoria
escolhas para uma vida.

(Magnífica - Joyce Pires - letra
da música 374, em 27 jan.04)
TUDO AGORA (13 março 04 )

Tudo em mim agora é mir agem
Fábulas de La Fontaine
Que eu lia no Tesouro de capa azul
Da minha Juventude
Tudo em mim é miragem
Agora te vendo assim agindo entre estrelas
E recriando jóias raras e óbvias
No azul do céu
Tudo agora em mim
E miragens de marés
Saltando sobre as areias
Dessa praia entre nós
Tudo é miragem, é maria
Em mim agora
Atravessando os ares
Cortando os mares
Miragens e luz
Tudo em mim
Tudo
Agora


(Magnífica - Joyce Pires
Letra da música 380,em 23 março 04)